segunda-feira, 20 de junho de 2011

FERNANDO, QUÊ?

Como ninguém respondeu ao seu patético apelo, dêem-me um tiro na cabeça, ele próprio se encarregou de ir dando vários tiros no pé, salpicando, pelo caminho, o convidante. Nada que cause surpresa, apenas mais um reality show de 5ª categoria.

Depois, continuando no drama, ameaça que se manterá como deputado, enquanto entender que isso tem utilidade para o País.

Ora, eu, certamente na minha acentuada estreiteza mental e limitada visão política, sempre pensei que as coisas funcionavam, exactamente, ao contrário, ou seja, que o juízo sobre essa utilidade era pressuposto da apresentação da candidatura e que a subsequente eleição impunha o compromisso de assumir o cargo, AO SERVIÇO DO PAÍS, OBVIAMENTE.

Mas se o Sr. não está seguro de respeitar tal compromisso, quem sou eu para dizer o contrário!

Logo eu, que sempre achei espúrio e oportunista o surgimento de um tal personagem no nosso, já desgraçado, panorama político.

Por mim, os Drs. Fernandos Nobres da casa, quanto mais longe, melhor!


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