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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

ESTILO YANIS VAROUFAKIS


Isto é, apenas, uma fotorreportagem legendada  da vigília de apoio à Grécia, ocorrida anteontem, no Largo Jean Monnet, em Lisboa, enquanto o Eurogrupo reunia em Bruxelas (para, como se sabe, não ter chegado a qualquer acordo sobre a questão grega, adiando esta agonia europeia até segunda-feira próxima).


(Qualquer coisa como: Europa, não mates as esperanças da Grécia!)


(A perplexidade de Jean Monnet, a propósito do estado da Europa? )










(Por falar nele, dá para crer que um pseudojornalismo da treta se dedicasse a comentar o estilo de Varoufakis, salientando a camisa por fora das calças, o casaco de cabedal e a falta de gravata,  e aditando o êxito junto das mulheres?! Só se esqueceram de referir o cachecol Burberry... )



(Obviamente...)





















segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O CACHORRO DA SR.ª MERKEL

 
Pedro Passos Coelho, o ainda primeiro ministro (aliás, sinistro) de Portugal reagiu à vitória eleitoral do Syriza, na Grécia, com a ferocidade que, após ter ganho as eleições legislativas portuguesas (na campanha prévia, tudo era diferente, só promessas e mansidão), fez gala em ostentar e aplicar, na defesa e concretização das políticas de austeridade para além da austeridade, quer dizer, para além do exigido pela corja de credores. 
Com a arrogância que lhe é característica e arrogando-se uma legitimidade e um peso europeu que, de todo, lhe faltam, permitiu-se avisar o novo primeiro ministro grego sobre a obrigação de cumprir os compromissos assumidos perante a UE, sob pena de desintegração desta e do euro, alertando para que isto não é um jogo de crianças, nem se pode desatar a subir ordenados e a baixar impostos...
Também nisto, juntando-se ao coro do arco merkeleuropeu, comandado, como o nome indica, pela própria Merkel, conseguiu exceder o respectivo tom de superioridade e ameaça, pondo-se, mais uma vez, nas pontas dos pés, para ladrar a voz do dono, aliás, da dona, como se isso pudesse render-lhe alguma consideração ou agradecimento, quando, aliás merecidamente, só pode suscitar  desprezo... e riso.
Até aqui, nada de novo, apenas mais um exercício da coerência a que, nestas matérias e, volto a sublinhar, após se ter tornado primeiro ministro (aliás, antes disso, talvez nem existisse...), nos habituou, ao mesmo tempo que nos vem massacrando.
Todavia, sob aquela capa de arrogância, pareceu-me vislumbrar um elemento novo, um certo desespero, de resto, perfeitamente justificado, perante a perspectiva de que o novo governo grego venha a conseguir impor os seus pontos de vista anti-austeritários e de defesa do Povo grego, o que, com a proximidade de eleições nacionais, não pode, de todo, sufragar-lhe  a megalomania que recentes  sondagens poderão ter vindo a alimentar-lhe.
Talvez o aspecto mais importante da vitória do Syryza seja, justamente, esse, o dum novo internacionalismo, que reposiciona as regras do jogo dos chamados arcos governativos nacionais, tão apodrecidos e corrompidos na identificação com interesses que nada têm a ver com os dos Povos, das pessoas, que era suposto representarem.
Pela minha parte, desejo as maiores felicidades ao Syrisa, aliás, ao Povo grego, e estou-me absolutamente nas tintas para os latidos arrogantes e desperados do cachorro da Sr.ª Merkel.
Ah! e não paro de rir com a visão  do recém empossado Alexis Tsipras a tremer de medo, face às ameaças do Sr. Pedro Passos Coelho...

(Imagem obtida em pesquisa Google)



 
 
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

DESGOVERNAR: TRÊS TEMPOS

eu prometi
tu distribuíste beijinhos às velhotas
ele abraçou quem calhou
nós prometemos
vós (alguns) pensastes
eles votaram em nós  
 
eu não me lembro
tu matas o Serviço Nacional de Saúde
ela estrangula a Justiça e ele, a Educação
nós destruímos a Economia
vós (quase todos) ficais sem direitos
eles são estúpidos
 
eu retirarei as consequências (e os dividendos)
tu esfregarás as mãos
ela/ele sairá impune
nós estaremos governados
vós estareis desgovernados
eles voltarão a votar em nós 
 
 
 
Entretanto (no que a isto respeita):
 
eu estive morto
eu estou morto
eu estarei morto
 
 
Nota: imagens obtidas em pesquisa no Google.
 
 
 
 

terça-feira, 9 de julho de 2013

ESTADO DA NAÇÃO!

Verdadeiro paradigma do estado da Nação, esta


 
De áurea já só tem o nome (e as instituições bancárias que por lá proliferam), como testemunha esta fotorreportagem, feita em 8 de Fevereiro passado (nada indica que agora esteja melhor).


  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

  
  
 
 
 




 
 
 
  
 
 
 Enfim, um verdadeiro buraco!
 
 
 

 
 
 
 
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

... MIL, MUITOS MIL ...


... PARA CONTINUAR ABRIL!
 
1. De preferência um Abril diferente, que não tolere esta espécie de democracia infecta, povoada e orquestrada por bandos de ladrões e mentirosos, que falam e actuam com a maior desfaçatez, violentando os mais elementares princípios éticos, valores humanísticos e direitos dos cidadãos, dos mais desprotegidos, entenda-se, que somos ou estamos em vias de ser quase todos nós. 
2. De preferência mais mil e mil e muitos mil, digo eu, porque não vale tocar e fugir, fazer um grande e adequado alarido num certo dia 15 de Setembro (o passado), e depois folgar, com a ilusão de que a mensagem passou e basta. 
É que isto da luta requer empenho, resistência, continuidade e persistência, sob pena de, rapidamente, cair no esquecimento e, pior, dar oportunidade ao desprezo piadético de certos (des)governantes, como é o caso da ministra da justiça, que, comentando a grande manifestação desse dia 15, se atreveu a dizer não estar nada admirada, pois ainda esperava mais gente ... Grande lata! 
Vem isto ao caso, não porque a manifestação de sábado passado, no Terreiro do Paço, tivesse sofrido de défice de participação, antes pelo contrário, como os próprios meios de comunicação social (v.g., SIC, visão de helicóptero) bastamente testemunharam. A questão é que o impacto teria sido ainda maior caso os estreantes de 15 de Setembro se tivessem juntado. 
Na verdade e só para citar um aspecto, não convém perder de vista o facto de o abandono da medida relativa à TSU  (oferta do dinheiro dos trabalhadores aos patrões) não significar qualquer involução na política que lhe está subjacente, e que, em qualquer outro formato, nos cairá em cima, com grande estrago e estrondo, já no próximo OE, se não antes ... 
Eu sei de pessoas que não compareceram por, alegadamente, não se identificarem com a CGTP. E daí? O que importa é a identificação com a luta em curso.  
Eu identifico-me, mesmo não pertencendo à dita CGTP, ou a qualquer outra entidade sindical e, já agora, mesmo não pertencendo e nunca tendo pertencido (nem tencionando vir a pertencer) a nenhum partido político. 
Portanto, fui à dita manifestação e, enquanto puder e custe o que custar, hei-de ir a todas aquelas em que, concordando com os fundamentos, esteja em causa a defesa dos meus direitos, dos direitos dos mais desfavorecidos e da salvaguarda da independência do nosso País!  
3. Deixo, agora, o meu testemunho foto e videográfico, através do qual poderá comprovar-se a magnitude da manifestação, o respectivo (legítimo) fundamento, v.g., em algumas das palavras do Arménio Carlos e, por fim, as (lógicas) conclusões retiradas.